Esta semana, especialmente no dia 17 de junho, a comemoração é dedicada ao Dia do Médico Veterinário Militar. A profissão é inclusive uma das primeiras na área no Brasil. Assista ao vídeo abaixo e conheça as curiosidades e a importância deste profissional.
Quem contou a história da medicina veterinária militar foi o coronel José Roberto Pinho de Andrade Lima, doutor e pós-doutor em Saúde Pública Global e Ambiental.
Ele foi o entrevistado do programa Giro do Boi nesta sexta-feira, 16.
“Foi a partir de um surto de mormo no rebanho de equinos no Brasil que foi chamada a atenção para a criação da primeira faculdade de medicina veterinária no País em 1910”, diz Lima.
A personalidade por trás da criação dessa faculdade no Exército brasileiro foi o tenente-coronel médico João Muniz Barreto de Aragão, filho do Barão de Mataripe, e que nasceu no dia 17 de junho de 1874, no município de Santo Amaro, na Bahia.
A data de seu nascimento foi escolhida para homenagear o patrono da Medicina Veterinária Militar e a todos os profissionais da área.
Aragão prestou inestimáveis serviços à Veterinária Militar, ao Exército e ao País, deixando um legado de vida dedicada à ciência e à carreira das Armas.
Quais as atribuições de um Médico Veterinário Militar
Algumas das funções que podem ser desempenhadas pelos médicos veterinários militares são relacionadas a técnicas de manejo, reprodução, atendimento clínico-cirúrgico de animais, adestramento, biossegurança, inspeção de alimentos, controle de zoonoses, vetores e pragas e gestão ambiental.
Os médicos veterinários militares estão presentes nas unidades de base das Forças Armadas, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, ou também em grandes eventos e missões de paz.
Recadastramento on-line de profissionais de medicina veterinária
O especialista também destacou sobre a importância do recadastramento de profissionais da medicina veterinária e de zootecnia desde o início deste ano de 2023.
O recadastramento pode ser feito no site do CFMV pelo link https://www.cfmv.gov.br/recadastramento/.
O recadastramento não é obrigatório. Porém, ao se recadastrar, o profissional mantém seus dados atualizados perante o seu regional e o CFMV.
Isso facilita a comunicação entre as partes, além de ter acesso às novas cédulas (física, em policarbonato, e digital).