
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reforçou que o Brasil mantém a estrutura necessária para preservar o status de país livre de febre aftosa sem vacinação.
O reconhecimento internacional está em vigor desde maio de 2025. Desde então, o governo federal tem adotado medidas para impedir a reintrodução do vírus e garantir resposta em caso de ocorrência da doença.
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Vigilância e resposta sanitária
Entre as ações em discussão está a implantação de um modelo de vigilância ativa unificado. O sistema inclui monitoramento sanitário e acesso a um banco de vacinas e antígenos.
Casos registrados em outros países mantêm o setor pecuário em alerta. O Japão registrou foco da doença em março de 2000 após 93 anos sem ocorrência. No ano passado, países da Europa também registraram casos e recuperaram o status sanitário após o controle.
Em março deste ano, a Grécia voltou a registrar foco da doença após 25 anos sem registros.
Banco regional e estrutura nacional
No Brasil, o Ministério da Agricultura estruturou dois planos para resposta em caso de reintrodução da doença. Um deles é a participação no banco regional de antígenos de febre aftosa, em parceria com Uruguai, Bolívia, Paraguai e Equador.
Outra medida é a parceria com o Instituto de Tecnologia do Paraná, responsável pela criação do primeiro banco brasileiro de antígenos e vacinas contra a febre aftosa.
O instituto será o único laboratório público do país com essa função e terá insumos para disponibilizar vacinas em até 72 horas em caso de emergência sanitária.
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