Encerrada a estação chuvosa, estradas boiadeiras em RO precisam de reformas

Ramal do Boi, Ramal Mendes Junior, Linha 1 Vista Alegre e Estrada do Bandeirante são pontos que apresentaram mais dificuldade para o transporte de gado próximo a Porto Velho

A estação das chuvas já foi embora em boa parte do estado de Rondônia e, depois de levar muitas dificuldades para o transporte boiadeiro, é hora de planejar a recuperação das estradas de terra. Este foi um dos assuntos comentados pelo supervisor de transporte da TRP que atende a unidade de Porto Velho-RO da Friboi, Juliano dos Santos Camargo, em participação no quadro Giro na Estrada desta sexta, 10.

Camargo confirmou que a estação das águas está praticamente no fim e o tempo seco deve prevalecer até novembro, com menos atoleiros para os caminhões boiadeiros. A preocupação agora se volta para a recuperação das estradas, pontes e outras estruturas que mantêm a logística do boi em bom funcionamento.

Na região, os locais que apresentam mais dificuldades para a passagem das carretas, conforme informou o supervisor, são Ramal do Boi, Ramal Mendes Junior, Linha 1 Vista Alegre e Estrada do Bandeirante.

“O que o pecuarista (destas regiões) pode fazer para ajudar a gente é informar detalhes, pontes que estão ruins, se não entra com determinado tipo de caminhão, se entra desengatado, deixar a Julieta na beira da estrada, entra somente com o truck, baldeia a carga… Essas informações são cruciais porque às vezes você vai entrar com um equipamento de 25 metros, que é o Romeu e Julieta, e não vai ter condição de manobrar. Então esses detalhes são fundamentais para a gente”, revelou.

O supervisor de transporte comentou que sua unidade, que atua nas proximidades da capital rondoniense, passa por renovação de frota dos caminhões boiadeiros, trazendo novos veículos traçados e apropriados para os desafios da região.

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Juliano também falou sobre o trabalho dos boiadeiros em meio à pandemia. Mesmo no estado de Rondônia cujos números se agravam em casos e fatalidades, os protocolos seguidos pelos colaboradores e companhia está reforçando a saúde dos colaboradores. O cuidado foi fator essencial para que nenhum colaborador da logística fosse infectado.

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“A gente fez um protocolo junto aos motoristas, tem um protocolo do frigorífico também, que é medição de temperatura, utilização de máscara, viseiras. E a TRP forneceu todo suporte para o motorista, todo esse material de higiene, limpeza, luvas, essas viseiras, álcool em gel, máscara. E tem este acompanhamento diário, o boiadeiro chega na unidade, mede a temperatura, se tiver com alteração, a gente faz a avaliação. Todos os dias a gente tem um acompanhamento com o motorista para ver como ele está, conversa com ele”, informou.

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Veja a participação completa de Juliano dos Santos Camargo no quadro Giro na Estrada:

 

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